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Reajuste das mensalidades é assunto em coletiva de imprensa com o reitor da Unoesc

Por: Dhébora Santiago
dhebora.santiago@unoesc.edu.br
26 de Novembro de 2015

Na tarde desta quarta-feira (25), o reitor da Unoesc, professor Aristides Cimadon, recebeu em seu gabinete a imprensa com o objetivo de esclarecer as dúvidas sobre o reajuste das mensalidades dos cursos de graduação. No dia 3 de novembro, a Unoesc publicou em seu site a planilha de encargos educacionais para o ano de 2016. O documento determina como reajuste o percentual de 11,96%, sendo o valor de 12,96% para a Medicina em razão dos investimentos específicos demandados pelo curso.

De acordo com Cimadon, para chegar a esse valor a instituição segue a Lei nº 9.870/1999, que estabelece a forma de elaboração da planilha de custos de cada curso da universidade. A planilha e a própria lei levam em consideração as seguintes variáveis: o aumento do número de funcionários e professores, o custo da manutenção dos espaços físicos, a qualificação do corpo docente e a implementação de novos laboratórios e bibliotecas.

— A média do aumento estipulada no estado de Santa Catarina está entre 12% e 15% e tem como base, também, a inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além do aumento da folha de pagamento dos professores que ocorrerá em março — ressaltou.

O reitor afirmou que esse reajuste não é aleatório, pelo contrário, um estudo é feito para que a sua projeção atenda todos os gastos de 2016. Por isso, na noite desta sexta-feira (27), o professor se reunirá com o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e com o Centro Acadêmico (CA) de cada curso, para mostrar os custos presentes na planilha que resultaram nos valores de 11,96% e 12,96%.

O aumento diferenciado para o curso de Medicina ocorreu devido a contratação de professores em tempo integral e os investimentos que foram feitos, principalmente no Ambulatório Universitário. Esse valor começou a ser repassado aos alunos no ano passado em 1% e agora neste ano para não pesar na mensalidade, mais 1%.

Cimadon acredita que esse reajuste não afetará a liberação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) à Unoesc, já que esse programa do governo foi reestruturado e não levará em consideração o reajuste acima da inflação das universidades, mas a condição econômica de carência do estudante.

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