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Unoesc Chapecó sedia Olimpíada Brasileira de Informática

Por: Gabriela Volkweis Stocco
gabriela.stocco@unoesc.edu.br
31 de Agosto de 2015

A Unoesc Chapecó, por meio dos cursos de Sistemas de Informação e Engenharia de Computação, sediou no sábado (29) a segunda fase da 17ª Olimpíada Brasileira de Informática (OBI). De acordo com o responsável pela organização do evento em Chapecó, professor Tiago Zonta, a OBI é uma competição organizada nos mesmos moldes das outras olimpíadas científicas de outras áreas do conhecimento, como matemática, física e astronomia.

— A intenção é despertar nos alunos o interesse pela área da computação, através de uma atividade que envolve desafio, engenhosidade e uma saudável dose de competição — explica.

A Olimpíada também auxilia na identificação de estudantes com perfil para fazerem parte da equipe brasileira, que representa o país na Olimpíada Internacional de Informática (IOI).

Segundo o professor, o incentivo a esta área deve começar cada vez mais cedo nas escolas, a exemplo da Argentina que incluirá no currículo escolar a disciplina de programação.

— Aqui em Chapecó, nós da Unoesc estamos oferecendo treinamento para a Olimpíada Brasileira de Informática. São cursos gratuitos, com duração de três meses para alunos do 9º ano em diante. A escola só precisa se inscrever — relata. 

OBI em Chapecó         

Em Chapecó, participaram desta fase da Olimpíada, oito alunos da Unoesc, IFSC, Senai, UFFS e do Núcleo Educacional Municipal Ida Hilda Casela Vidori, de Palmitos. Durante a prova, os estudantes recebem tarefas que apresentam diversas situações a serem solucionadas. Na modalidade Iniciação, os alunos concorrem resolvendo problemas de lógica e de computação, sem uso de computador, apenas utilizando lápis e papel. Já a prova na modalidade Programação exige conhecimento específico em programação e é composta de tarefas com níveis variados de dificuldade.

O destaque para a Unoesc Chapecó neste ano é a classificação do estudante Matheus Arendt Hunsche, que, aos 17 anos, cursa o primeiro ano de Engenharia da Computação. Matheus escolheu o curso por buscar algo que o desafiasse. Na Olimpíada ele encontrou mais uma chance de vencer um desafio.

— É difícil, mas tem como resolver — explica.

O estudante vai participar também da Maratona de Programação no mês de setembro.

— Independentemente do resultado, o conhecimento a gente sempre acaba ganhando — finaliza.

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