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Atividades de conscientização marcam o Dia Mundial da Água

 A Unoesc participou, dia 22, das atividades alusivas ao Dia Mundial da Água, no calçadão de São Miguel do Oeste. Segundo a bióloga, mestre em Microbiologia Agrícola e do Ambiente, professora Eliandra Rossi, foram distribuídos 500 folders com orientações de como manter a qualidade da água para o consumo humano. Cerca de 100 pessoas também […]


 A Unoesc participou, dia 22, das atividades alusivas ao Dia Mundial da Água, no calçadão de São Miguel do Oeste. Segundo a bióloga, mestre em Microbiologia Agrícola e do Ambiente, professora Eliandra Rossi, foram distribuídos 500 folders com orientações de como manter a qualidade da água para o consumo humano. Cerca de 100 pessoas também se dirigiram ao calçadão para visualizar no microscópio as bactérias encontradas em águas contaminadas. 

Eliandra salienta que a atividade teve o objetivo de conscientizar a população a consumir água de qualidade e realizar periodicamente a limpeza de reservatórios.

-Através de ações como essa, é possível divulgar formas de proteção dos mananciais hídricos e sensibilizar a sociedade – destaca a professora. A atividade teve a participação dos cursos de Farmácia, Agronomia e Engenharia de Alimentos.

 Laboratório de Microbiologia

O Laboratório de Microbiologia da Unoesc, campus de São Miguel do Oeste, presta serviços à comunidade, por meio de análises de água e alimentos. De acordo com a bióloga, professora Eliandra Rossi, são analisadas águas oriundas de poços particulares, condomínios, prefeituras, sindicatos, escolas, hospitais e demais entidades.  Só no ano passado, foram realizados 650 exames, das quais 30% das amostras estavam impróprias para o consumo humano.

 A qualidade da água, consumida em propriedades rurais, também foi avaliada por meio de um projeto de pesquisa, desenvolvido por três acadêmicas do Curso de Especialização em Microbiologia: Mônica Rosanelli, Michely Zanella e Marcieli Bogo, com a participação do acadêmico de Agronomia, Leocir Alban.

Durante o projeto de pesquisa, foram analisadas 48 amostras, das quais nove eram tratadas com cloro. Eliandra destaca que 84,6% das amostras não tratadas estavam impróprias para o consumo, enquanto 44,4% das tratadas não podiam ser consumidas.

– Os resultados demonstram que, embora seja realizado tratamento nas propriedades rurais, a limpeza da caixa d’água é muito importante para que ocorra uma desinfecção correta – avalia a professora. Além disso, é importante realizar a limpeza dos filtros.

 Segundo o Ministério da Saúde, as análises microbiológicas devem ser feitas, no mínimo, a cada seis meses. Eliandra observa que as pessoas associam a qualidade da água com características como cor, odor e gosto. Ela alerta que os microrganismos são invisíveis a olho nu, motivo pelo qual não os vemos em um copo de água.

– Mais de 80% dos proprietários classificam a água que bebem como ótima ou de boa qualidade, mas poucos filtram ou fervem antes de consumi-la – afirma a professora.

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